Neste novo hotel no coração de Lisboa, os miúdos até aos 18 anos não pagam estadia Hotéis
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Para sobremesa, como seria de esperar de um espaço destes, destacam-se as panquecas, servidas em torres muito instagramáveis. Para comer, não faltam os pratos de ovos, as torradas de abacate ou salmão fumado, açaí, croissants e granola. O janelão enorme, com uma mesinha e umas quantas flores, denuncia o Seagull Method Café, no Príncipe Real, projecto dos donos do minimalista Heim, em Santos, e do novo grego da cidade, o Kefi. As ostras, um dos grandes destaques na carta, são disso exemplo. Mas não se espere da cozinha um receituário tradicional.
Felizmente o conceito levou um valente empurrão e hoje o pior que lhe pode acontecer é ficar tão maravilhado com o resultado saído das mãos do barman que até lhe dá dó arrumar com a bebida. Chama-se Black Sheep e tem espaço suficiente para caberem mais de uma centena de referências de vinhos de produtores nacionais independentes – ovelhas negras do negócio, chamemos-lhe assim. O novo Regulamento de Proteção de Dados, fala sobre dados pessoais, o que não se aplica aos dados gerais da empresa.
A JANELA MAIS FAMOSA DE LISBOA
Tudo para misturar, porque o molho da carne envolve o arroz e a cebola dá o factor crocante ao prato, e é esta mistura de sabores que nos mostra que mesmo as coisas mais simples se podem transformar em pratos deliciosos. Ainda não tínhamos acabado a primeira TsingTao e já estavam a chegar à mesa os dois pratos principais que pedimos, sendo que só não experimentámos o ramen – Verão, calor, preconceitos. Sim, a comida e outros pequenos pormenores, como os minúsculos gatos de louça de servem de base para os pauzinhos (infelizmente de metal…) ou o formato da sobremesa que pedimos – mas já lá vamos. Porque basta chegar à porta do restaurante e olhar… para que os nossos olhos fiquem completamente presos na pintura que ocupa toda uma das laterais do corredor que é o Formosa. O Formosa não dá muito nas vistas para quem passa na rua, pelo menos no exterior. Há comida boa, uma ementa curta e focada, cuidado nos ingredientes, e uma simpatia que cada vez menos se encontra por Lisboa.
Memmo Hotels
O espaço é pequeno, mas há lugar para mais de trinta pessoas divididas entre as mesas e o balcão, onde decorre a maior parte da acção. O Royal Vessel é um bar inspirado na herança marítima portuguesa e serve cocktails à moda antiga. Não faz parte da nova vaga de esplanadas moderninhas e nem precisa de estar nos roteiros da cidade para estar sempre cheio. O Pavilhão Chinês foi inaugurado a 18 de Fevereiro de 1986 por Luís Pinto Coelho (Procópio, A Paródia e Fox Trot) e continua a ser um ponto obrigatório para muitos visitantes da cidade. Define-se como um pequeno oásis secreto em Lisboa — os transeuntes mais despistados podem muito bem ignorar a entrada quando caminharem rua fora. Mas são os vinhos e os petiscos, protagonistas deste espaço, que o convencem a ficar.
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Entre pratos conversamos com uma das gerentes do espaço, que nos explica o conceito do restaurante, o que esteve na sua géneses e as dificuldades que tem em encontrar staff para ajudar na sala (um problema comum na restauração, e não só em Lisboa). No fundo do corredor do restaurante temos então a cozinha semi-aberta, por isso estamos a falar de um espaço relativamente pequeno. O novo restaurante do Olivier, no Rato, tem uma carta que nos traz o melhor do mar português. E é por isso que deve uma visita aos melhores bares históricos em Lisboa. Luzes a meio gás, madeiras e veludos a forrar o espaço, sala de jogos, cocktails trabalhados e cartas com selecções vastas, que vão dos chás aos pratos. É um dos primeiros oyster bars da cidade, com ostras frescas a acompanhar na perfeição os cocktails da carta.
Veja uma lista dos principais restaurantes vegetarianos em Lisboa, para comer bem durante a viagem e saborear pratos à base de vegetais, grãos, frutas e lacticínios. Veja uma lista dos principais restaurantes veganos em Lisboa, para comer bem durante a viagem e saborear pratos à base de produtos que não têm origem animal. A capital portuguesa possui uma grande variedade de restaurantes de diversas culturas e origens, sendo, portanto, muito fácil encontrar pratos para todos os gostos. Enquanto a decoração se assemelha a dos outros restaurantes do chefe pelo mundo, preservando o espírito britânico, os ingredientes utilizados nas receitas são mais locais. Veja tudo sobre os restaurantes no Príncipe Real em Lisboa, um famoso bairro de residências luxuosas do século 19 que não pode ficar de fora do seu roteiro.
Nos principais, as opções vão desde o arroz de marisco (85€), talvez o prato mais composto, ao prego de atum (21€) e do lombo (24€), ao bife Olivier (35€) e ao pica-pau (33€). As ostras, a estrela da carta, vêm de Aveiro, do Sado, do Algarve e de França. Mas também há pratos de carne, entre eles o pica-pau e o bife Olivier. O espaço tem 45 lugares, está aberto todo o dia e, nos dias úteis, serve menu de almoço com entrada, prato e bebida. Pode provar tudo isto naquela que é conhecida como “uma janela panorâmica para toda a cidade de Lisboa”.
- Os mercados locais, como o Mercado da Ribeira, oferecem uma explosão de frescor e diversidade, onde é possível saborear pratos que misturam o antigo e o moderno.
- Com um ambiente acolhedor e uma decoração que remete à tradição lisboeta, nosso restaurante é o local perfeito para desfrutar de uma refeição memorável.
- No Sumaya, há mezze frios e quentes para partilhar, mas também assados e grelhados – em resumo, uma selecção do que melhor que se come no Líbano.
- Mas também há pratos de carne, entre eles o pica-pau e o bife Olivier.
E se a isso juntarmos um serviço simpático, preços muito convidativos e, em especial, comida muito boa, o Formosa corre o sério risco de se tornar um caso de sucesso em muito pouco tempo. Não só por ser o primeiro restaurante completamente taiwanês em Lisboa, mas porque se quer manter fiel a essa genuinidade. E, acima de tudo, vai reforçando várias vezes que querem dar uma experiência genuína a quem entra pela porta do Formosa, uma experiência gastronómica que faça com que as pessoas percebam as diferenças entre a comida taiwanesa e a chinesa. Bons noodles, espessos, e fatias finas de carne de vaca, que falham por ser tão finas e acabar por se desfazer. O outro prato da carta é o Ramen de Vaca, este sim mais próximo daquilo a que estamos habituados.
Além dos pratos do dia, divide-se entre petiscos e principais. É isso o Pica-Pau, um restaurante que bebeu das receitas de Maria de Lourdes Modesto, em pleno Príncipe Real e com Luís Gaspar, da Sala de Corte, aos comandos. Para além dos gelados, o estabelecimento vende outras opções igualmente tentadoras. Stracciatella e Morango são dos sabores mais pedidos, mas a carta é variada e promete mudar a oferta com regularidade. A loja é o quinto espaço da família Rivolta, que tem como lema “Privilegiar a excelência do produto e a satisfação do cliente”. Podendo, é juntar a esta equação a esplanada com buganvílias, coisa que mais parece um jardim, tanto no restaurante do Príncipe Real principe real restaurante como no do Parque das Nações.
O menu do Sumaya é grande e muito completo, para dar a conhecer ainda mais (e melhor) os pratos típicos de forno e os grelhados do Líbano – a maior parte receitas da avó de Tarek Mabsout, o dono. No bar, logo à entrada, não se serve a carta completa, apenas ostras e pequenos snacks, que acompanham na perfeição os cocktails, outra aposta da casa. Como seria de esperar num restaurante do género, não falham os pratos frescos como o sashimi de turbot ou o ceviche de lírio. A carta também teve direito a um upgrade pela chef Joana Duarte, que passou pelo Tapisco como sous-chef. Se a esplanada continua igual a sempre, lá dentro mudou tudo, estando o espaço agora mais funcional (finalmente há ligação entre café e restaurante) e moderno.